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LEITURAS: Livro retoma fuga de Hitler para Argentina

Foto mostra o passaporte de Adolf Hitler - AP/ Arquivo

Eu já havia lido em outras fontes, a versão polêmica de que Hitler não suicidou-se; teria fugido para a América do Sul, instalando-se na Argentina onde viveria até os 73 anos . Pois agora essa velha tese volta a ser invocada em livro que está sendo lançado na Europa. O jornal O Globo traz matéria a respeito:

Livro afirma que Hitler fugiu com a mulher para Argentina e morreu aos 73 anos

Publicada em 18/10/2011

O Globo

 

LONDRES – A história da ascensão e queda do ditador Adolf Hitler é conhecida por todos, mas seu destino final pode ter sido bem diferente do que é contado nos livros. Para os autores da obra “Grey Wolf: The Escape Of Adolf” (Lobo Cinzento: A Fuga de Adolf, em tradução livre), Hitler teria simulado seu suicídio em Berlim e escapado com sua mulher, Eva Braun, para a Argentina.

Segundo a publicação de Gerrard Williams e Simon Dunstan, Hitler teria morrido aos 73 anos, em 1962, no país sul-americano. Ele ainda teria tido duas filhas com Eva.

Williams, historiador e jornalista especializado na Segunda Guerra Mundial, declarou à emissora Sky News não ter tido a intenção de reescrever a história, mas que “a evidência sobre a fuga de Adolf Hitler foi tão contundente que não pode ser ignorada”.

O livro ainda indica que os serviços de inteligência americanos teriam sido “cúmplices” da fuga do líder em troca de acesso à tecnologia de guerra que foi desenvolvida pelos nazistas neste período.

A versão oficial dos fatos aponta que o líder alemão suicidou-se com um tiro e Eva tomou uma dose de cianureto em 30 de abril de 1945 no bunker nazista, enquanto Berlim era invadida pelo Exército soviético.

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2 opiniões sobre “LEITURAS: Livro retoma fuga de Hitler para Argentina

  1. gostei muito de ler esta materia, sobre a fulga de hitler para argentina.

  2. BNÊ em disse:

    Em 1973, eu com 20 anos, caipira do interiozão paulista sem se ligar na história deste nosso mundão, morei numa pensão em Ribeirão Preto, onde no meu quarto além do grande amigo que fiz Joaquim da Paraíba, tinha um da Bahia e outros dois paulistas, além de um senhor com idade imagino 74, 78 anos, bigodudo que falava pouco e mal o português, meio arrastado, que era visível ter outra nacionalidade. Às 6 da manhã ele saía e só voltava a noitinha, só dormia na pensão. Este senhor de olhar sempre desconfiado, sem amigos, depois, muitos anos depois quando me liguei na história deste mundão, me faz pensar que aquele senhor era um dos homens do Hitler. Não esqueço da sua fisionomia. Até hoje penso isso.

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