ANTENA PARANÓICA

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HOMÔNIMOS. OS VEXAMES DE TER O MESMO NOME DE OUTRO

Você já deve ter ouvido falar ou conhece alguém que tenha passado vexames por conta de ter o nome igual a de outra pessoa. Os homônimos, realmente, convivem com desgtastes psicológicos e morais, principalmente, na busca do reconhecimento dos seus direitos através do lento processo judicial, sem falar nas despesas naturais de casos assim. 
 
E quantas pessoas não sofreram prisões indevidas ao serem confundidas com gente que fez algo errado e acabou sobrando para elas.  
 
Em Fortaleza existem alguns casos de homônimos que, no mínimo, já devem ter vivido uma situação vexatória.  
 
Elba Ramalho, professora do Conservatório Alberto Nepomuceno 
Renato Aragão, ex-diretor da Secretaria de Meio Ambiente 
Sandra Sá, presidente da Associação dos Defensores Públicos 
Socorro França, esposa do jornalista Eliomar de Lima 
Tom Cavalcante, que precisou mudar para Tonzito para evitar ser confundido com o humorista
 
Existe uma lei federal, a de nº11.9711, de 6 de julho de 2009, que “dispõe sobre as certidões expedidas pelos ofícios do registro de distribuição judicial e distribuidores judiciais”. Ela tentou por um têrmo a esses desgastes “e evitar prisões e o constrangimento entre homônimos, situações tão comuns no judiciário e no desenrolar de transações bancárias ou mesmo em compras feitas no comércio na modalidade a prazo”. 

Você conhece algum caso assim? Conte-nos. 
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Uma opinião sobre “HOMÔNIMOS. OS VEXAMES DE TER O MESMO NOME DE OUTRO

  1. bene251419 em disse:

    Tenho um amigo que ao renovar documento estava sendo procurado pela polícia, mas como nossa cidade é pequena e ele é gente boa e conhecida, a justiça procurou antes ver a veracidade dos fatos, e assim ele se safou, felizmente.
    Meu nome é Benedito Ap. Silva, e quando fui ver meu imposto de imóvel que sabia estar isento, disseram que eu tinha outro imóvel, portanto pagaria. Com o endereço em mãos fui no imóvel. Lá, cheguei dizendo que tal casa era minha, e ante o susto do proprietário, do pai deles, expliquei. Soube depois que ele foi o primeiro no dia seguinte a esperar abrir o local para se identificar com documentos, provando que não éramos a mesma pessoa.
    Meu PAI José da Silva de 84 anos, querendo vender seu único imóvel (casa) porque a idade está grande e para não termos problemas futuros – rachar a peque grana – viu que outro do mesmo nome estava se apropriando. Fazem dois anos, com advogados em cima e nada se resolve, o caso está no fórum de São Bernardo do Campo aguardando ante a morosidade que forçam. Felizmente meu velho está vivo, que se for pela demora dos papéis, tomara que a burocracia demora cem anos.

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