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Vaticano discute vida extra-terrestre


funes

No início deste mês, o Observatório do Vaticano patrocinou uma grande conferência sobre vida extraterrestre, que reuniu 200 astro-biólogos do mundo . Um dos organizadores disse que um dos objetivos da conferência era ” para descobrir como podemos encontrar vida alienígena nas próximas duas décadas “. Claro, não é incomum para um grupo de astrônomos e astro-biólogos se reunirem para discutir estas questões. Mas por que o Vaticano aparentemente estava obcecado com isso?

Como se verá adiante, há alguns astrônomos de alto nível do Vaticano que parecem bastante certos de que existe “algo” lá fora. Na verdade, tem-se argumentado que, uma vez revelado, ” tudo o que sabemos terá que ser descartado”.

Normalmente, uma conferência que reúne centenas de cientistas torna-se notícia de primeira página. O que torna este caso diferente é o envolvimento do Vaticano. O que se segue é uma descrição desta conferência no site da NASA …

” Motivados pelo rápido aumento no tamanho dos planetas descobertos , a crescente variedade de condições extremas que podem sustentar a vida na Terra e os progressos para uma tecnologia que acabará por permitir a busca de vida em exo-planetas, o Observatório do Vaticano e o Steward Observatory apresentaram uma grande conferência intitulada “A busca por vida além do sistema solar: planetas extra-solares, sinais de vida e instrumentos”.

O objetivo da conferência é reunir a comunidade interdisciplinar necessária para enfrentar este desafio multifacetado: especialistas em observações de planetas extra-solares, peritos, vida extrema primitiva na Terra, vida e atmosféricos caçadores sinais telescópios”.

VEJA MAIS DETALHES AQUI.

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Lido no GizModo Brasil


Cientistas desvendam

o mistério de experiências

fora do corpo

Por:
7 de março de 2014 às 11:30

out of body

Algumas pessoas dizem que passaram por “projeções de consciência“, flutuando acima de seu próprio corpo e vendo-se do lado de fora. Uma equipe de cientistas encontrou uma mulher que diz fazer isso quando quer, e a colocaram em um scanner cerebral. O que eles descobriram foi surpreendentemente estranho.

Andra M. Smith e Claude Messierwere, da Universidade de Ottawa (Canadá), descrevem o estudo em um artigo publicado na Frontiers of Human Neuroscience:

Ela conseguiu se ver girando no ar acima de seu corpo, deitada e flutuando no plano horizontal. Ela relatou, por vezes, observar lá de cima que seu corpo estava se movendo, mas manteve-se consciente de que seu corpo “real” estava imóvel. A participante não relatou emoções específicas ligadas à experiência.

A experiência é real…

Como isso é possível? Será real? Os pesquisadores descobriram que algo dramático estava acontecendo no cérebro da mulher – e tudo se encaixa com o relato dela. O fMRI (scanner cerebral) mostrou uma “forte desativação do córtex visual”, enquanto “o lado esquerdo de diversas áreas associadas a imagens cinestésicas” estava bastante ativo.

Cinestesia* é a percepção de movimento, peso e posição do corpo, provocada por estímulos do próprio organismo. Portanto, essas áreas do cérebro possibilitam a você interagir com o mundo: é o que faz você sentir onde está seu corpo em relação ao mundo.

Ou seja, a “experiência fora do corpo” é real, no sentido de que a pessoa está realmente vivenciando tudo. O escaneamento do cérebro mostra que ela está passando pelo que está dizendo, e realmente sente que está fora do próprio corpo.

… mas a projeção da consciência, não.

Mas isso não significa que sua “alma” sai do corpo. Não é uma viagem astral, como descrito pelos místicos. Não há atividade paranormal de qualquer tipo.

O fato é que, mesmo havendo apenas poucos experimentos sobre o assunto – incluindo esta pesquisa e algumas outras – os cientistas acreditam que essas experiências fora do corpo são um tipo de alucinação, desencadeada por algum mecanismo neurológico.

Smith e Messierwere especulam que tal mecanismo neurológico pode estar presente também em outras pessoas, e algumas delas – como esta mulher – podem se treinar para ativá-lo. Ela disse que começou a fazer isso quando era criança, enquanto tirava cochilos.

Talvez experiências fora do corpo possam ser como a sinestesia, um fenômeno neurológico amplamente ignorado durante boa parte do séc. XX. Ela faz com que algumas pessoas vejam cores quando leem ou ouvem letras, números e palavras; é algo automático, não induzido. Agora a sinestesia é aceita, estudada e compreendida.

Os pesquisadores sabem que experiências fora do corpo podem ser induzidas “por traumas cerebrais, privação sensorial, experiências de quase-morte, drogas psicodélicas e dissociativas, desidratação, sono e estimulação elétrica do cérebro”, entre outros. Em algumas pessoas, isto também pode ser induzido deliberadamente.

No entanto, esta é a primeira vez que este tipo de experiência foi analisada e documentada cientificamente. Na verdade, pode ser o primeiro caso documentado de alguém que pode entrar neste estado quando quer. [Popular Science]

*Não confundir com “sinestesia”, explicada no texto.

Imagem: regiões do cérebro ativadas significativamente enquanto a participante tinha experiências extracorpóreas. As regiões ativadas mais significativamente ficam no lado esquerdo e incluem a área motriz suplementar (F), o cerebelo (B,D,E), o giro supramarginal (D,F), o giro temporal inferior (B,D,F) e os giros orbitofrontais médio e superior (A,C,D,E).

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