ANTENA PARANÓICA

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Google arruinou a vida de um empreiteiro


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E tem a história do americano Jeffrey Kantor, um empreiteiro do governo dos EUA, que  em 2009 tentou encontrar no Google “como construir um avião rádio-controlado”.  A função ‘autocomplete “do Google mandou sua pesquisa para “como construir bomba rádio controlado”.

Quando percebeu o erro na consulta, e pressionou ‘enter’,  desencadeou uma série de eventos e da perseguição dos serviços de inteligência dos EUA. Desde então, Kantor ficou sob vigilância constante, com todos os seus movimentos físicos e virtuais rigidamente controlados pelo governo.

Ele entrou na Justiça com ação, dizendo ser regularmente visitado por dois investigadores federais, que estavam ameaçando ele com observações anti-semitas. O recorrente alega também que, depois de sofrer assédio moral de superiores e colegas, incluindo ameaças de morte, foi demitido.

Kantor agora pede uma indenização de cerca de US$ 60 milhões em danos. Da mesma forma solicita que o Estado deixe de lhe espionar.

FONTE: CBS

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INFOGRAFIA DIZ COMO SERIA O MUNDO SEM INTERNET


Como seria o mundo sem a Internet é a pergunta formulada pela Online Education, ao avaliar um mundo sem a presença de dispositivos móveis como os que nos auxiliam nos dias de hoje. A infografia abaixo faz essa relação.

World without Internet
Via: OnlineEducation.net

JAMES CAMERON REFAZ CENA DE ‘TITANIC’ PARA CONSERTAR UM ERRO


E o diretor de cinema James Cameron, segundo leio no FW, é alguém obsessivamente preocupado com a qualidade do que faz. Tanto que ele voltou a filmar uma cena de seu premiado “Titanic”, a pedido do astrofísico Nel de Grasse Tyson que lhe enviou um e-mail fazendo uma correção.

Cameron disse: “Neil de Grasse Tyson me enviou um e-mail dizendo, de forma bastante sarcástica, que na época do ano 1912, às 4h20min AM de 15 de abril) naquela posição do Atlântico, quando Rose está deitada sobre um pedaço de madeira flutuando e olhando para as estrelas, aquela não seria a posição correta das estrelas que ela poderia ter visto. E com a minha reputação de perfeccionista, fui atrás de corregir”. Em resposta, Cameron desafiou o astrofísico que lhe enviasse a data exata do mapa estelar.

Posteriormente, o mapa estelar foi incluído na versão “Titanic 3D”, que está perto de ser relançada. Embora essa tenha sido a mudança mais notável seria divertido contar o número de erros de continuidade que permanecem e Cameron, aparentemente, ainda não foi notificado.

Não é a primeira vez que a Ciência briga com um filme, já que algo semelhante aconteceu com Carl Sagan e seu filho Nick, quando foram ver juntos “Guerra nas Estrelas” (Star Wars). Na cena em que Han Solo se gaba de fazer a corrida para o planeta Kessel em menos de 12 ‘parsecs’, Sagan chegou a ficar mal.

Percebendo o desespero de seu pai, Nick perguntou qual era o problema. Sagan disse que o ‘parsec’ é uma unidade de distância e não de tempo. Embora o menino tenha lhe dito que era apenas um filme, o astrônomo disse: “Sim, mas poderia tentar aplicar a ciência certa.”

FONTE: THE THELEGRAPH

DEU NO PIJAMA SURF: TWITTER PARA PREVER FUTURO


Usando o Twitter para prever o futuro

Empresas de marketing e finanças começam a usar as informações que recebemos sobre a rede de usuários de mídia social para prever os resultados do mercado

A internet é uma espécie de mente coletiva através da qual é possível detectar o estado de espírito de uma nação inteira. Esta “mente coletiva” dos dados está sendo minada por diferentes empresas e pesquisadores para conhecer as tendências que continuarão a comercializar um produto ou no futuro.

O cientista Johan Bollen da Indiana University desenvolveu um algoritmo que mede o conteúdo emocional dos tweets, que se relaciona com os acontecimentos do dia. Quando Boller analisou dados coletados no outono e inverno de 2008, constatou que o estado de espírito coletivo dos usuários do Twitter nos Estados Unidos corresponderam a eventos nacionais (felicidade veio no Dia de Ação de Graças, por exemplo).

Bollen encontrou outra correlação. Ao comparar as tendências no humor da nação com a evolução do índice Dow Jones, observou que as mudanças em um dos sete componentes que medem seu algoritmo, ansiedade, prevê mudanças no índice de preços das ações. Picos no nível de ansiedade foram acompanhados por cerca de três dias mais tarde, cai o preço das ações. Apesar de não ser totalmente conhecida por que isso acontece, uma possível explicação é que a queda nas reservas foi causada pela tendência de pilotos, deixando posições de risco quando os surgiram sentimentos de ansiedade.

A ideia é utilizar dados na Internet para medições em tempo real de emoções e preferências dos utilizadores da Internet não é nova. Hal Varian, Google, descobriu em 2009 altos e baixos no volume de buscas do Google para certos produtos, como carros ou feriados, as flutuações anteriores em vendas destes produtos.Outros pesquisadores encontraram uma ligação entre o Twitter menciona de um candidato e os resultados eleitorais.

Os investimentos Mercados de Capitais do fundo Derwent London licenciou Bollen algoritmo, em que os investidores tentam ajudar nos próximos meses. WiseWindow, uma empresa de marketing Califórnia, utiliza a atividade de mídia social para prever a demanda por determinados produtos. Um de seus clientes é a Paramount Pictures.

Um dos desafios do uso de redes sociais e blogs para detectar modos coletivos ou respostas possíveis irá receber um produto é para tornar os computadores capazes de reconhecer o conteúdo emocional e distinguir sarcasmo e trocadilhos. Algoritmos como Bollen são cada vez mais capazes de ler informações de centenas de milhões de pessoas que compartilham suas informações privadas amplamente inconsciente ou indiferente porque está minada por empresas de marketing.

ORIGINAL

RECEITA PARA PREVENIR OSTEOPOROSE


O articulista JULIO ABRAMCZYK, da Folha de SP, aborda hoje a história do chá contra a osteoporose

“Em Mendonza, Argentina, terra do vinho e do chimarrão, médicos concluíram que o chá-mate consumido diariamente na região melhora a densidade mineral óssea das pessoas, resultando em possível ajuda na prevenção da osteoporose.

Nessa doença, portadores de baixa massa óssea estão em risco de fraturas espontâneas ou também depois de leves tropeços.

Os médicos Andrea Conforti, Maria Gallo e Fernando Saravi relatam, na edição da revista “Bone” deste mês, que o consumo de erva-mate está associado à presença de alta densidade mineral óssea em mulheres na fase de pós-menopausa.

A pesquisa foi realizada dentro do programa para a prevenção e o tratamento da osteoporose da cidade de Mendoza.

A erva-mate Ilex paraguariensis diluída em água quente, na tradicional cuia do chimarrão, contém xantinas (alcaloides também presentes no café e no cacau) na concentração de 330 miligramas por litro. Esse chá é sorvido da cuia por um canudo de prata denominado “bomba”.

Os autores compararam 146 mulheres em fase de pós-menopausa que consumiam no mínimo um litro de chá-mate diariamente, por mais de quatro anos, com um grupo controle com o mesmo número de mulheres.

As senhoras que estavam em tratamento para osteoporose, em uso de corticosteroides, que eram consumidoras de bebidas alcoólicas ou fumantes não participaram da pesquisa.”

RETRÔ 40. O FUTURO QUE O PASSADO IMAGINOU



A retrospectiva do ANTENA é pra lá de PARANÓICA. Vamos ao ano de 1940, quando a empresa americana Bohn, especializada em produtos fabricados com alumínio, parecia ter uma equipe de designers muito brilhantes, os quais não se equivocaram muito quando fizeram predições sobre o futuro.

Clique na fonte abaixo para seguir 18 posters com desenhos de maquinárias, transportes e móveis que eles pensavam seriam parte do futuro.

FONTE

OS MAIS ACESSADOS DO ANTENA PARANÓICA


Mais ativos (o dia anterior)

CARICATURAS6 visualizações

OS PAÍSES COM MAIOR EXPECTATIVA DE VIDA4 visualizações

O mapa-múndi com tamanho de pênis4 visualizações

CONSUMIDOR3 visualizações

O MILAGRE SOMALIANO3 visualizações

ERRO TIPOGRÁFICO NO E-MAIL PODE CAUSAR DANOS À SEGURANÇA


O blogueiro Paul G. Bejerano destaca hoje a importância que se deve ter ao enviar um e-mail. Um pequeno erro pode significar prejuízos para o remetente. Pelo menos é o que concluíram pesquisadores da empresa de segurança Grupo Godai. Eles reuniram uma enorme quantidade de e-mails mal direcionados.

O problema reside em erros de digitação nos endereços de e-mail , tais como a omissão de um ponto. Criando um domínio falso semelhante ao de uma empresa conhecida, os autores do estudo receberam todas as mensagens mal escritas aos destinatários.

Os resultados obtidos por pesquisadores do Grupo Godai refletem a importância de escrever bons e-mails. Um simples erro de digitação, tais como a omissão de um ponto pode levar a enviar um email com as informações confidenciais para um destinatário que não é o pretendido.

Um hacker poderia tirar proveito de endereços com erros ortográficos para receber esses e-mails em seu serviço de email que normalmente iria retornar ao remetente. O experimento criado pelos pesquisadores foi o de registrar domínios semelhantes aos de grandes empresas, para assim obter endereços de e-mail similar.

A partir de então armou endereços de e-mail . Por exemplo, o utilice@bank.com grupo para seus empregados na Rússia utilizarará@ru.bank.com. Mas às vezes um erro ao enviar mensagens para o dirección@rubank.com. A partir deste, os investigadores apreendidos e armazenados todos os emails que chegaram à mesma .

Em um período de seis meses, os pesquisadores acumularam 20 GB de dados de mais de 120 mil e-mails errados, como registrado pela BBC . Parte do material interceptado contendo nomes de usuário, senhas e detalhes de redes corporativas .

30% das empresas dos EUA top 500 foram vulneráveis ​​às práticas realizadas pelos pesquisadores. De todas as empresas que conduziu o estudo apenas um deles percebeu que algo foi rastreado e pesquisadores.

FONTE

VIDEO. Olha só o som de Cuba no agito


LEITURAS DE JORNAIS. Ao mestre, sem carinho



No último dia 8, o professor de português, A. F., de 52 anos, descobriu por acaso uma “homenagem” feita por uma de suas alunas em uma escola estadual de São Bernardo do Campo, na região do ABCD. Avisado por uma professora, ele descobriu uma comunidade no Orkut chamada de “Odeio professor Patinhas”, numa referência ao apelido que recebeu dos alunos em sala de aula, por uma alegada semelhança com o personagem da Walt Disney.

Num primeiro momento, o apelido de Tio Patinhas não incomodou o professor. Na verdade, o que chamou sua atenção foi o tom dos recados deixados por alguns dos 35 alunos que participam da comunidade. Incomodado, ontem, ele foi a uma delegacia e registrou um boletim de ocorrência, fazendo constar a palavra “bullying” no B. O.

“Vou processar os responsáveis por esse crime. Não admito esse tipo de agressão”, comentou o professor.

O caso de A. F. ilustra uma variedade de “bullying” pouco conhecida da população, mas que há algum tempo chama a atenção do Sindicato dos Professores do Estado de São Paulo (Apeoesp). É cada vez mais comum a proliferação de comunidades contra professores, criadas por seus pupilos, muitas vezes divulgando fotos não autorizadas e até expondo de maneira constrangedora aquele que um dia já foi chamado de mestre.

Por enquanto, não há números oficiais sobre esse tipo de agressão feita especificamente na internet. Há, porém, um caso emblemático nesses moldes e que foi proferido pela Justiça de Rondônia em 2008. Naquele ano, famílias de 10 alunos com idades entre 12 e 13 anos foram condenadas a pagar R$ 15 mil em indenização ao professor de matemática Juliomar Reis Penna. O motivo: um apelido que lhe foi dado por alunos pela internet.

Em São Paulo, há apenas um dado que mede uma tensa relação entre alunos e professores em sala de aula, mas que não cita o bullying feito pela internet. Em 2006, a Apeoesp encomendou uma pesquisa ao Dieese que verificou um número surpreendente de agressões verbais e físicas nas salas de aula. A pesquisa perguntou qual era o tipo de violência mais comum, segundo a visão dos 635 professores consultados. O resultado foi estarrecedor. Do total, 96% citaram a violência verbal. Logo depois, com 88,5% dos casos, foi citado o vandalismo. Finalmente, em terceiro lugar apareceu a agressão física, com 82%.

Comunidades – Mesmo sem números oficiais, não é difícil encontrar páginas na internet que propagam ódio a um ou mais professores. Além da página contra o professor E. F. no Orkut, há pelo menos outras 10 no Facebook contra professores em geral, mais duas no Twitter e outras dezenas no Orkut.

Do jornal DIÁRIO DO COMERCIO

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