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O NAZISMO e a foto curiosa




Você pode até nem atinar bem quem é o jovem da foto, que aos 16 anos integraca a Juventude hitlerista. Mas ele é figura hoje muito conhecida. Faz parte, inclusive, do dia-a-dia de muitos fiéis.

Saberia dizer de quem se trata?

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FOTOGRAFIA


As fotos que falam e
que nos calam tanto


Fotografias em preto e branco que marcaram a história do jornalismo mundial. Elas falam por si só. E o site Kurioso mostrou hoje, 12 delas. Diz o texto: “Há fotos que se explicam por si só e outras que necessitasm um pequeno empurrão. Instantâneos que deixam fora do enquadro retalhos da História que querem contar. São grandes trabalhos do fotojornalismo esquecido, testemunhos gráficos de feitos insólitos mas que suplicam um pequeno esclarecimento.

A seguir um passeio anacrônico por uma pequena coleção delas, em branco e preto. Recomendo imaginar, antes de ler, o contexto de cada uma das sugestivas ou impactantes imagens. Ah! preservei o testo original em espanhol.


1998. Sudán. Campamento de refugiados de Ajiep. Más de 100 personas mueren al día esperando una ración de arroz que llevarse a la boca. La peor y más ignorada crisis de hambre de la historia del país africano está en su punto álgido. La comunidad internacional, después de meses de desidia, consigue introducir ayuda en el país. El fotógrafo británico Tom Stoddart acompaña a una unidad de Médicos sin Fronteras hasta el campamento. Allí, en una de las interminables colas para recibir la caridad, capta la imagen de un niño lisiado mirando desconsoladamente a un adulto con una bolsa de cereales. La fotografía no cuenta que, cinco segundos antes, ese adulto había arrancado la bolsa de las manos del pequeño. El fotógrafo fue acusado de pasividad, recordando tristemente la historia de otra trágica fotografía.


1967. 17 de Julio. Florida. El fotógrafo norteamericano Rocco Morabito se encuentra de servicio para el periódico local de Jacksonville cuando un fuerte estruendo le sorprende de camino a su automóvil. Un operario de las líneas eléctricas nacionales había sufrido una aparatosa descarga de más de 4.000 voltios y se encontraba inconsciente colgado a más de 12 metros de altura. Mientras su compañero intentaba reanimarle con ‘el beso de la vida’, Rocco aprovechó para desenfundar la cámara y fabricar el premio Pulitzer de 1968. 2.


1911. 22 de Agosto. Las paredes del museo del Louvre de París amanecen con una ausencia irreemplazable. Los rotativos de media Europa sacan ediciones de urgencia con la fotografía del vacío. El retrato que un día perteneció a Luis XIV, que adornó la alcoba del mismísimo Napoleón y que salió de las manos del polifacético maestro Leonardo da Vinci había desaparecido. Un carpintero italiano que se escondió la noche anterior en los sótanos del insigne museo aprovechó para descolgar la eterna sonrisa de La Gioconda y esconderla bajo su guardapolvo. La pintura se recuperaría un par de meses más tarde.


1914. Adolf Hitler se alista en el ejército bávaro a pesar de ser un ciudadano austriaco. Entusiasmado con la nueva guerra, el 2 de agosto de ese mismo año acude en Munich a la manifestación multitudinaria en defensa de la declaración de hostilidades contra Rusia. La fotografía no es una reliquia rescatada con aleatoriedad. La instantánea fue tomada, y más tarde recuperada, por Heinrich Hoffmann a la postre fotógrafo personal del Gran Dictador.


1938. Porto da Folha, Brasil. Las bandas al margen de la ley se multiplicaban y actuaban con impunidad en la mitad norte del país. La lucha de las autoridades por erradicar sus actividades ilícitas se volvió paradójica y disparatada con las exhibiciones de trofeos de los clanes detenidos y ajusticiados. En la imagen, la famosa banda de los Lampião (Virgolino Ferreira da Silva, su mujer María Gomes Bonita y sus nueve escuderos)… presta sus cabezas inertes para el escarnio público en la escalinata de la Iglesia de Santana do Ipanema. Lección de casquería inventada por la policía para escarmiento de los que intentaban imitar a los malhechores.

NAZISMO


Escritor diz que Hitler morreu na Argentina

O livro “El Exilio de Hitler” (Ediciones Absalón, 493 páginas), do jornalista argentino Abel Basti, de 54 anos, sustenta que o líder nazista e sua mulher, Eva Braun, não se mataram. “Fugiram” para Barcelona, onde passaram alguns dias, e depois foram para a Argentina, onde Hitler “morreu”, nos anos 60.

Dezenas de livros mais equilibrados sustentam que a polícia secreta comunista levou os restos mortais (queimados) de Hitler e Eva Braun para a União Soviética. Basti afirma, sem apresentar documentação confiável, que a informação não é verdadeira e que os nazistas, como Hitler, o chefe da Gestapo, Heinrich Müller, e Martin Bormann plantaram pistas falsas. Entrevistado pelo jornal “ABC”, da Espanha, sustenta que “existem três documentos” que comprovam que o nazista não se matou: “Do serviço secreto alemão, que dá conta de que chegou a Barcelona, procedente de um voo da Áustria; do FBI, que indica que ‘o exército dos Estados Unidos está gastando a maior parte de seus esforços para localizar Hitler na Espanha’; e um terceiro do serviço secreto inglês, que fala de um comboio de submarinos com líderes nazistas e ouro saindo rumo a Argentina, fazendo uma escala nas Ilhas Canárias”. O livro, publicado em maio deste ano (sem edição brasileira), provoca sensação na Espanha, pelas revelações “surpreendentes” e, no geral, contestadas por historiadores profissionais. Mas as informações de Basti não deixam de ser curiosas, principalmente por ser correta mas óbvia a informação de que vários nazistas escaparam para a Argentina de Juan Domingo Perón.

Um jesuíta nonagenário é apresentado por Basti como uma de suas mais importantes fontes. Ele dispõe de muitas informações sobre a presença de Hitler na Espanha, segundo o jornalista. No livro, porém, não revela nada de sensacional.

Um documento secreto alemão aponta Hitler como passageiro de um avião que se dirigia da Áustria para a Espanha, em 26 de abril ou nas primeiras horas de 27 de abril de 1945. “Foi uma comunicação oficial secreta com cópias para o piloto Werner Baumbach, que imigrou para a Argentina e levou consigo uma cópia. Baumbach, junto a outros conhecidos pilotos nazistas, trabalhou no projeto aeronáutico de Perón.”

Para não ser reconhecido, Hitler cortou o cabelo, ficou quase careca e raspou o bigode. Teria ficado irreconhecível. “O corte do bigode deixou à mostra uma cicatriz, sobre o lábio superior, que não era conhecida por gente comum.” Sintomaticamente, no livro, Basti não enfatiza tais informações, que repassou ao “ABC”.

A versão oficial garante que Hitler e Eva Braun se mataram em 30 de abril de 1945. Basti contesta: “Nunca houve provas de sua morte. Não há perícias criminalísticas que demonstrem o suicídio. O Estado alemão deu Hitler como morto quase 11 anos depois, em 1956, por presunção de falecimento. Ou seja, legalmente, para a Alemanha, Hitler estava vivo depois de 1945. Não só vivo — não era um homem condenado pela Justiça; não havia ordem de captura, nem processo judicial. Enquanto Hitler se encontrava na Espanha, no bunker se representava uma grande farsa, cujo ator principal foi um dos duplos [sósias] de Hitler. Durante as últimas horas, o duplo foi drogado e preparado para que representasse o ato final”. Há livros que citam a possibilidade de um ou mais duplos de Hitler, como havia de Stálin, mas, no dia do suicídio, nenhum duplo estava na chancelaria. Basti não apresenta documentos e testemunhos confiáveis. Conta histórias próximas da ficção literária. O sósia que “morreu” no lugar de Hitler seria, conta Basti, um sujeito atrapalhado.”

ORIGINAL: Bula Revista

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